[the_ad id=”10494″] “Olha aquela! Olha aquela!”, gritou este domingo de manhã um surfista, parecendo que se referia a uma onda, mas na verdade estava a ver uma senhora aflita. Simplíos não apanha uma onda há anos porque está sempre a resgatar pessoas.
“Eu penso que a última onda que apanhei foi em 2005, ya, mas também só a apanhei para chegar mais depressa junto de um senhor que foi apanhado por um agueiro cool, ou melhor, não é o agueiro que é cool, é a história, ya”, explica Simplíos.
O caso é tão grave que muitos surfistas já nem vêem se há ondas, mas sim se há náufragos. “Bora entrar, meu, estão bueda náufras hoje, ya”, ouve-se no parque de estacionamento de uma praia muito popular, onde não é hoje o tamanho das ondas que se discute, mas o dos incautos. “Viste quando apanhei aquele homem com perto de 50 anos e quase dois metros? Acho que era nórdico… mas ficou fixe”, relata outro surfista.
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