Foi talvez a primeira vez que um estudo foi lido da primeira linha até ao último parágrafo. E porquê? Porque foi impresso numa tinta que era preciso ir raspando para ir lendo.
Ao verem o documento, os portugueses correram atrás de uma moeda e começaram a raspar, raspar, raspar, até que chegaram ao fim das 200 páginas.
“Agora como é que se vê se saiu alguma coisa?”, interrogava-se Simplício, esta tarde, no café Simplício.
“A mim diz que tenho um vício em raspadinhas, mas isto dará para trocar?”, interrogava-se outro indivíduo. “Espera, tenho dois vícios… não, três vícios em raspadinhas… ó Aníbal, dá-me lá outro estudo destes que me saíram três vícios, vê aí…”.


