[the_ad id=”10494″] “Ah, és tu, sim, diz… mas depressa porque eu ia começar agora a fazer um trabalho”, afirmou ainda esta manhã um indivíduo que está há cerca de dois dias a olhar para o telefone, à espera desta chamada.
Depois de tanto tempo à espera, o indivíduo deixou o telefone tocar duas ou três vezes, apesar do nervoso que sentiu, bastante forte, de que pudesse estar a deixar tocar demais e do outro lado desligassem. Quando considerou que o risco não compensava, Simplício atendeu, mas como se não estivesse a atender: “Está…”
Do outro lado, a interlocutora que ele tanto queria ouvir, mas nunca deu parte fraca. “Pois… eu até já me tinha esquecido que tu tinhas dito que ias ligar, desculpa, ando com imensas coisas na cabeça, mas ainda bem que ligaste, foi uma boa surpresa,”, acrescentou.
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