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Orientações da DGS para ataques a academias: Metade dos terroristas, armados apenas com máscaras e viseiras, têm de pedir explicações a 2 metros

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Na habitual conferência de imprensa, a directora geral de Saúde aproveitou hoje, dia em que se conheceu a sentença do ataque a Alcochete, para fazer um conjunto de recomendações para ataques a academias durante a pandemia.

Assim, o ataque deve ser executado por metade dos terroristas, que devem ir armados apenas com máscaras e viseiras. A aproximação a jogadores ou equipa técnica está proibida, devendo as explicações ser pedidas a pelo menos dois metros de distância.

“Por exemplo”, explica Graça Simplícia, “o terrorista coloca-se a dois metros do jogador, com a máscara colocada… a viseira pode ter na mão para meter medo, porque continua a ser um terrorista, não é? Isto um ataque sem meter medo não faz sentido, temos de continuar a meter medo, mas em segurança… bom e diz ‘joguem à bola, crl’, ou lá como é que eles dizem, que eu palavrões não é comigo, talvez aqui a senhora ministra…”.

“Sim, sim, eu posso dar uma ajuda com isto, ‘joguem à bola, crl’, ‘são todos uns fdp’, ‘o crl, não jogam nada’, ‘andam todos a fdr o nosso clube, ó crl, p*ta que os pariu’, entre outro calão, porque o importante é a distância”, acrescentou a ministra da Saúde.