A Marinha está a coordenar as buscas pelo órgão genital de um indivíduo que foi ao mar no primeiro dia do ano.
“Acreditamos que o órgão foi apenas para dentro, em virtude da temperatura da água que se fazia sentir, mas vamos ter de esperar algumas horas”, explica o capitão Simplício, “até lá vamos manter as buscas num perímetro alargado, só para o indivíduo não pensar que não estamos a fazer nada pelo seu, portanto, material”.
Recorde-se que o homem entrou no mar por volta das 16:15 e o órgão desapareceu segundos depois. “Senti qualquer coisa e quando olhei já não estava lá, depois procurei, procurei, mas nada”, recorda o indivíduo. “Foi todo, sim, foi completo, estou sem nada”, garante. “A esta hora já algum peixe o comeu…”, o desespero é compreensível.
No areal, as pessoas presentes aperceberam-se da situação e tentaram logo ajudar, antes da chegada das autoridades. “Será que não perdeu na areia? Estava aqui sentado, o meu marido tem uma máquina no carro que detecta genitais na praia…”, lembrou-se uma senhora, “podemos ir buscar, não nos custa nada”.


