Igualdade: Constituição obriga Marcelo a abraçar os portugueses que chegaram de Wuhan

Com isto, a recandidatura de Marcelo poderá ficar nas mãos do Instituto Ricardo Jorge.

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Nas últimas horas, Marcelo já disse que nem sequer é Presidente da República, tendo mesmo dito que ganhou o Sampaio da Nóvoa. Já se fingiu de morto. “Faleci, agora é que foi, isto deve ter sido uma bactéria no mar”, disse. Também tentou inventar uma visita de Estado à volta do mundo para demorar 80 dias.

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Nada resultou. Marcelo vai ter mesmo de ir abraçar os portugueses que chegaram este domingo à noite de Wuhan.

Segundo a Constituição da República Portuguesa, que estabelece o princípio da igualdade, o Chefe de Estado tem de abraçar estes cidadãos como abraça todos os que são vítimas de acontecimentos.

Segundo o Imprensa Falsa conseguiu apurar, o Presidente enviou durante o fim-de-semana vários pedidos para o Tribunal Constitucional, nomeadamente perguntou se era possível substituir o abraço por um adeus ao longe.

“O afecto terá de ser na medida dos afectos anteriormente concedidos aos cidadãos em igual situação, isto é, um abraço apertado”, pode ler-se na resposta dos juízes do Tribunal Constitucional.

Certo é que, com isto, a recandidatura de Marcelo poderá ficar nas mãos do Instituto Ricardo Jorge.