[the_ad id=”10494″] Se já adquiriu as presentes de Natal, poderá ter-se precipitado, na medida em que um conjunto de greves podem inviabilizar o Natal deste ano. Os primeiros a anunciar foram os sindicatos dos trabalhadores dos hipermercados, que tencionam parar justamente quando as pessoas se vão abastecer de víveres para a consoada.
Depois foi o Pai Natal que reclama melhores condições de trabalho, nomeadamente renovação da frota. O velho das barbas acabou por ser apoiado pelas renas, que dizem que já há trenós mais leves “São em titânio”, explica uma rena. “Exactamente!”, confirma outra. “Deviam puxar eles isto”, ouve-se outra.
Entretanto, os familiares desavindos lançaram um pré-aviso de greve pois reclamam que não há condições de segurança para a realização do encontro. “Já no Natal do ano passado, o Simplício exagerou nos copos, depois a família da mulher ainda é pior, chega aquela hora, começa tudo a desconversar e por vezes há confusão”, afirma um primo de Simplício que pede que seja contratada a empresa de segurança do Urban.
Quanto ao presépio, duas ausências anunciadas, o menino Jesus pergunta se é normal deitar-se um recém-nascido em palhas em pleno século XXI. Quanto aos reis magos, dizem que não houve promoções para compra de mirra, ouro e incenso. “Nem em cartão”, afirma Baltasar.
[the_ad id=”10494″] Nas empresas, os CTT vão parar no final da semana, deixando muitas encomendar por chegar a tempo do Natal. Nos aeroportos também há avisos de greve, fazendo com que muitos familiares só cheguem quando o menino Jesus já gatinha.
Perante este cenário, a única esperança reside no Presidente da República, que admite substituir toda esta gente e permitir assim a realização do Natal na data e hora prevista. “Abrir os hipermercados consigo sem problemas, carregar o trenó também, distribuir encomendas tudo bem, substituir as figuras no presépio não era a primeira vez, substituir linhas aéreas tentarei, mas fazer de segurança é que me custa porque eu não gosto de ver pessoas de costas voltadas”, explicou o Chefe de Estado.


