[the_ad id=”10494″] Depois da falência da ToysRus, chegam as primeiras críticas à gestão do grupo, nomeadamente por parte dos credores que acusam a administração de ter tido uma gestão infantil.
“Quando as contas começaram a aparecer no vermelho, nós fomos assim ‘temos de fazer alguma coisa, a crise está a apertar’ e a resposta deles foi um cão que ria quando se apertava a barriga, um camião que se transforma em garagem e roupa para bonecas”, relata um representante dos trabalhadores.
Certo é que a empresa nunca largou os brinquedos, mesmo com os alertas que foram sendo feitos. E já depois da falência, mantém-se uma atitude imatura. O Imprensa Falsa mandou uma série de perguntas para a antiga administração, que respondeu, mas com pinturas em lápis de cera.
Entretanto, o processo de falência já está em curso, com muitos credores preocupados sobre o que poderão recuperar. A dívida às Finanças, em Portugal, por exemplo, poderá ser paga com ursos de peluche. “O Estado português vai tentar ficar com um carregamento de 5000 ursos no valor de 50 euros cada”, esclarece fonte do Ministério das Finanças.
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