InícioInternacionalFlotilha volta a parar: Agora foi o barco dos portugueses que descobriu...

Flotilha volta a parar: Agora foi o barco dos portugueses que descobriu um país novo

Não era esperado, mas é o costume.

A flotilha humanitária que partiu em direcção a Gaza voltou a parar esta segunda-feira. Em causa, desta feita, está a descoberta de um país novo pelo barco dos portugueses.

“Foi durante a madrugada, íamos muito bem a navegar quando, de repente, começamos a ver terra, mas terra que não estava no mapa”, relata Sofia Aparício, “ainda pensei que tinha de pôr mais tabaco ou reduzir o medronho, mas o activista que vai connosco e que a mistura mais maluca que faz é um galão também viu”.

Era mesmo terra e terra que não aparece em nenhum mapa.

Apesar de não estar nos planos, a flotilha já sabia que havia este risco de o barco com portugueses descobrir um país durante uma expedição marítima. “Podemos fingir que não vimos”, ainda sugeriu Mariana Mortágua, mas Sofia Aparício já estava em terra a dançar com os indígenas.

O activista também saiu para perguntar se tinham uma farmácia, pois precisava de mais comprimidos para o enjoo. É possível que fique para colonizar este país, pois está farto do barco. “Abana muito e tenho medo das orcas”, tentava explicar a um indígena, que não estava a perceber nada, “das orcas, orcas, não estou a dizer mal das outras duas, que até me têm tratado bem”.

“Temos de ir embora, nós não descobrimos nada, esta terra já aqui estava, temos de os deixar em paz”, gritava a coordenadora do Bloco de Esquerda, enquanto os indígenas a levavam do barco para a praia, onde uma fogueira enorme iluminava a farra com que se recebia os navegadores.

Ao longe, Greta Thunberg assistia a tudo, até que pediu aos portugueses para verem se havia ouro. “Ó filho, pois está bem, também eu não estou a pensar nisso, mas isto tudo custa dinheiro”, explicou a um outro marinheiro da flotilha.

A esta hora, e segundo o Imprensa Falsa conseguiu apurar, estão todos a dormir na praia, depois de terem estado a cantar e a dançar até altas horas. Menos o activista luso, que acordou com o nascer do sol e foi fazer um trilho.

Artigos relacionados

Últimas