Pode ser graças ao consumo elevado de Actimel que o Covid-19 ainda não conseguiu apanhar nenhum português em território nacional.
Isto porque, como se sabe, quando se bebe Actimel forma-se uma bolha que não deixa passar nada.
“É como se, vá lá, vestíssemos uma máscara gigante”, clarifica um indivíduo.
Os cientistas chegaram a estas conclusões por acaso. “Estávamos à procura de relação entre a protecção elevada que os portugueses têm e o consumo de medronho”, explica o Dr. Simplício, “quando percebemos que afinal é o Actimel”.
Portugal pode assim ser recompensado pelas necessárias adaptações que teve de fazer, ao longo dos anos, desde que os portugueses começaram a consumir Actimel.
“Os transportes públicos, por exemplo, têm de ser maiores, porque não é apenas o passageiro, é o passageiro e a sua bolha”, explica um engenheiro, “mesmo os passeios, têm de ser muito mais largos, o nosso passeio é a estrada deles lá fora, por isso é que deixámos de fazer passeios, porque é melhor as bolhas irem pela estrada também”.


