Continuam a surgir propostas, mas a última palavra sobre a venda da Comporta caberá aos mosquitos

[the_ad id=”10494″] A guerra é cada vez maior entre os interessados na Herdade da Comporta. Um dos interessados voltou a subir a oferta, que já vai nos 159 milhões de euros, num imóvel que nem sequer tem elevador.

No entanto, o Imprensa Falsa sabe que o valor da oferta poderá não ser o mais importante, sobretudo para aqueles que terão a palavra final no negócio e que são os mosquitos.

“O dinheiro é bom, não vou dizer que não, dá para fazer muita coisa, mas a nós interessa-nos mais que venha para aqui alguém que não dê uma palmada em cada mosquito que vê”, justifica Simplícionae, um mosquito que mora na região há muito tempo. “De que me vale o dinheiro se ficar esmagado na testa de um príncipe francês?”, conclui Simplícionae.

Certo é que desde que se sabe que os mosquitos têm direito de preferência, os interessados têm levado a cabo muitas operações de charme junto dos insectos. “Estou toda picada, não coloquei repelente, coloquei até um creme com um odor que atrai os mosquitos e que é feito à base de óleo de argão, muito bom também para a saúde dos bichos”, explicou a empresária Simplícia Amorim.

“Mas repare que eu tenho mais babas…”, interrompeu o príncipe francês, adversário de Amorim na corrida à compra da Comporta. “Derivado do champanhe que me corre nas veias e que os mosquitos a-d-o-r-a-m”, concluiu.