Quinta-feira, Setembro 29, 2022
InícioOpinião“As eleições nos EUA”, por Simplício

“As eleições nos EUA”, por Simplício

Temo que se possam conhecer, a qualquer momento, os resultados das eleições presidenciais norte-americanas, antes, portanto, de eu fazer uma análise ou expressar a minha opinião.

O caso é particularmente grave por não ter sequer publicado uma imagem do meu computador com a América do Norte vestida com o equipamento do Grupo Desportivo de Chaves e um ecrã a passar a CNN em fundo.

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Tal circunstância levou já a uma repreensão doméstica, porque está tudo a dar a sua opinião e eu aqui à espera de pedidos de amizades de umas safadas que só me querem chupar o cartão de crédito.

Não me fiquei e disse que podia bem ela comentar as eleições nos Estados Unidos, pois estamos em 2020, já vestimos a roupa um do outro, não tenho de ser eu a falar sobre o que não sei; sob pena, aliás, de surgirem nos comentários internautas a reclamar que eu só devo falar do que sei, ou seja, estava limitado a opinar sobre risotto.

Não vou expor aqui quem saiu vitorioso desta discussão, apenas por ser uma matéria do foro íntimo. Aproveito este post, ainda assim, para fazer um comentário às eleições nos Estados Unidos.

Depois de duas noites em claro a ver séries, perdão, a ver as eleições, e com base nos meus conhecimentos sobre a democracia na América – li Alexis de Tocqueville em francês – creio que irá ganhar Jay Leno, por uma margem curta. É curioso que Leno começa a ganhar vantagem nos estados mais conservadores, graças ao apoio de uma minoria que apoiava Donald Sutherland mas que pensava que se votava ao contrário, ou seja, em quem não se queria na Casa Branca.

Recorde-se que Sutherland acabou por ser muito prejudicado pelo Vírus, uma película de ficção científica de 1999 que não recolheu boa crítica. Jay Leno, não sendo um candidato forte, era o que havia para derrotar um dos protagonistas do Vírus.

Há também novidades no Congresso, que vamos abordar noutra reflexão, mas queria destacar a eleição do primeiro senador vegan, assumidamente lésbico e que não gosta de futebol americano, tendo inclusivamente chocado a América, certo dia, quando disse que a bola de futebol americano parece uma bola de futebol que ficou presa na porta do elevador.

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