Os portugueses já admitem que têm um problema com coisas grátis e anunciam que vão finalmente procurar ajuda.
“É um vício que não conseguimos controlar. Ainda ontem, por causa de um museu que ainda não exibe nada mas a entrada era à borla… por pouco não nos matávamos”, afirma Simplício, que recusou um café porque pode falecer se consumir cafeína, mas quando soube que o Imprensa Falsa oferecia pediu sem açúcar.
O problema é tão grave que Simplícia tem a arrecadação cheia de sofás: “Passo todos os dias por uma loja de maples que oferece a entrega.”


