As novas regras parecem ter posto fim às moradas falsas nas matrículas escolares, mas agora há famílias com os filhos espalhados pela cidade, a viver com desconhecidos, apesar de serem os seus encarregados de educação.
“Então, o meu mais velho está em casa de um amigo de uma prima, o mais novo nem sei bem, são colegas de trabalho do meu marido”, explica Simplícia, que percebe perfeitamente que não se podia manter a situação das moradas falsas e por isso mandou os putos para as moradas falsas, que assim passam a estar certas.
“Se eu tenho saudades deles durante a semana?”, interroga-se Simplícia, “não vou mentir, não não tenho”.
Entretanto, com as férias a terminar, os jovens preparam o regresso às aulas e à casa correcta.


