[the_ad id=”10494″] A seca está a atingir proporções alarmantes e os seus efeitos já se fazem sentir com intensidade. Por exemplo, os moradores das zonas baixas das cidades já não se recordavam de sair de casa em Novembro sem ser pela janela do segundo andar, com o auxílio dos bombeiros.
“Eu parece-me que em 1924 também saí um dia em Novembro pela porta da frente, com o meu pai, que fomos ali a um terreno que a gente ali tinha, mas já não temos porque entretanto passa a auto-estrada, mas eles indemnizaram a gente, sim senhores, nada a dizer, foram muito sérios, o terreno só tinha ervas e eles pagaram a quase 600 mil euros na moeda antiga, foi pena o meu Simplício rebentar tudo em ideias na Web Summit, mas pronto”, explica Simplícia, “mas se foi, foi só dessa vez que a gente saiu pela porta em Novembro”.
Entretanto, os lojistas também se queixam. “Uma pessoa paga uma fortuna pelo seguro e agora não tem prejuízos para lhes mandar a conta, não se admite”, lamenta o proprietário de um café que admite rebentar um cano.


