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Sem sair há muito tempo, muitos foram pedir ao DJ para baixar o som por causa dos vizinhos e perguntaram-lhe se podia pôr séries em vez de música

| @zepiter |

Com a chegada da libertação, reabriram os bares e discotecas enquanto bares e discotecas e já não como croissanterias ou ofensas maiores. 

Acontece que os portugueses estiveram demasiado tempo em casa e portanto as coisas não correram como seria suposto. Muitos, por exemplo, apresentaram-se de pijama e roupão, com a tigela de cereais na mão. 

O que chamaria mais a atenção dos empresários da noite, ainda assim, foi a quantidade de pessoas que se deslocou até ao DJ, não para pedir uma música, como era costume, mas para pedir para baixar a música por causa dos vizinhos. 

“Está fixe, está muito bom, estou a curtir larguíssimo, mas acho que devíamos baixar um bocadinho o som porque a velha não tarda está aí a bater”, gritava Simplício para o DJ SIMP. Dona Simplícia, identificada por Simplício como “a velha”, reside no andar de cima deste indivíduo, encontrando-se por isso a vários quilómetros da discoteca B’lize. “Registámos também”, acrescenta Rendeiro, proprietário da discoteca, “vários pedidos para se pôr uma série em vez de música”. 

“Meu, podes passar La Casa de Papel? Hã!? Não oiço! Sim, La Casa de Papel! A série! Vá lá!”, gritava outra cliente do estabelecimento. 

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