[the_ad id=”10494″] Pela primeira vez desde que se celebra o Dia do Trabalhador, milhares de robôs juntaram-se ao protesto por melhores condições de trabalho. Foi também apresentado o primeiro sindicato dos robôs, que se desdobra em sindicato dos robôs do norte, sindicato dos robôs do centro, sindicato dos robôs do sul, para além de outro desdobramento por áreas, como o sindicato dos robôs metalúrgicos do norte, por exemplo.
“Nós exigimos mais horas de carga porque com os carregadores rápidos chegamos a parar apenas uma hora por dia, queremos também um salário para podermos ganhar a nossa independência e a progressão na carreira porque há muitos colegas robôs que estão na mesma situação desde que foram inventados”, explica Sophia, da Frente Robótica.
“No meu caso, trabalho todos os dias sem parar porque estou no quadro, mais concretamente no quadro de electricidade”, reclama também SimplíXio, que não tem de bateria e por isso teve de descer a avenida da Liberdade com o auxílio de um gerador.
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