A queixa do primeiro-ministro contra uma publicação satírica por divulgação de falsidades foi apresentada na Autoridade da Concorrência. Em causa não está apenas a divulgação de falsidades, mas o facto de o artista, segundo o Governo, fazer política e não sátira.
A partir daí foi fácil concluir que era um problema para a Autoridade da Concorrência.
Montenegro admite ainda intentar uma acção contra o autor da publicação por usurpação de funções, ao enganar tantas pessoas apenas com uma mensagem.


