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Protestam amanhã mas não podem dizer onde: Carteiristas também exigem mais meios se estes forem dados à polícia

Depois dos polícias, esta sexta-feira é a vez de os carteiristas protestarem em Lisboa, mas o local da concentração não foi revelado por razões óbvias.

“É que isto a liberdade e a democracia é tudo muito bonito, mas os carteiristas continuam a ter que viver na clandestinidade”, lamenta Simplício, carteirista.

Aquilo que estes homens e mulheres que se dedicam ao furto de bens alheios pretendem é que também lhes sejam dados mais meios, se estes forem dados às polícias. “Se não fica desequilibrado, não é? Isso é um Omega no teu pulso?”, acrescenta Simplício.

As reivindicações são claras. “Isenção de crime no furto de sapatilhas de corrida quando forem usadas para as fugas, redução das zonas com iluminação pública à noite, a bófia, ai desculpem, a autoridade tem de contar até 1500 antes de iniciar a perseguição à gente, furto aos turistas deve ser da competência da polícia lá da terra deles, para não sobrecarregarmos portanto o nosso país, não é? Um franciu, por exemplos, tem de ser a bófia, ai desculpem, a polícia da Francia”, pode ler-se no comunicado do Movimento -60.

Mas não é só com eles próprios que os carteiristas se preocupam, para a melhoria das condições da polícia também dão alguns contributos. “A gente pensa que eles deviam de ter fardas novas, mais concretamente fatos de mergulho, com pés de pato e botijas de oxigénio, porquê? Porque isto o nível das águas dos mares dizem que estão a subir, assim ficam já com uma farda à maneira para o futuro”, concluem.

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