Os portugueses criticam a burocracia nacional, mas a verdade é que foi dado hoje um passo importante na agilização dos processos.
A primeira medida prende-se com as injecções de capital no Novo Banco, que vão acabar. Vai passar a ser o Novo Banco a ficar com o dinheiro dos impostos dos portugueses, injectando depois no país, de vez em quando, e apenas se sobrar.
“Não vale a pena o dinheiro estar a ir para o tesouro público para depois ir para o Novo Banco, portanto passa a ir para o Novo Banco e depois, se sobrar alguma coisa, injecta-se no país”, explica fonte ligada ao processo que não quer dar o nome porque não sabe se isto vai passar bem.
Assim, a partir do próximo Orçamento, os portugueses passam a descontar os seus impostos directamente para o Novo Banco. Mesmo o IMI e os IUC, é tudo para o Novo Banco.
“Aqui o fundamental é a boa notícia de que acabaram as injecções no Novo Banco”, conclui a mesma fonte.


