Já surgiram dois casos no Alentejo, ou melhor, foram surgindo. Assomaram ao longe e depois foram-se aproximando, aproximando, entretanto desapareceram mas era uma lomba, já estão vindo novamente, aproximando-se, até que chegaram.
Como o Imprensa Falsa já havia relatado, a dificuldade do Covid-19 em penetrar no Alentejo prendia-se com a circunstância de ser um vírus de propagação rápida.
Entretanto, os dois casos que apareceram no Alentejo já desapareceram e foi com uma cachaporrada.
“Mais eficaz do que uma vacina”, afirma o compadre Simplício, que já está desenvolvendo cachaporradas em Mértola, “estão aqui dizendo que segundo as regras da Saúde não podemos testar as cachaporradas em humanos, mas também não precisamos porque já as testámos várias vezes, nomeadamente na feira de Agosto”.
Seja como for, esta cachaporrada também tem a vantagem de não ser aplicada nas pessoas mas sim directamente no vírus. “Mas é preciso, ao aplicar a cachaporrada, dizer ao mesmo tempo ‘toma, filho dum cabrão’ para que seja mais rápido o efeito”, conclui Simplício.


