[the_ad id=”10494″] “Wow, que competências são estas!? Não! Espera! Um M.I.T.? Tenho de me conectar! Oxalá ela aceite!”, ia comentando esta segunda-feira um viciado em trabalho que não vê mais nada nas outras pessoas, a não ser competências. Simplício, que é CEO da Infinite Bules, usa o LinkedIn como se fosse o Tinder.
“Nop, também nop, nhec, pfff, só trabalhou numa empresa, népia, também nop, informática na óptica do utilizador já nem se usa, não, nicles, elááá, corporate finance… isto interessa… hedge fund? Vou já tentar conectar-me… Isto é do melhor”, comentava outro utilizador do LinkedIn como se fosse o Tinder.
Recorde-se que a plataforma não foi criada para este efeito, mas os responsáveis do LinkedIn admitem que sempre quiseram ir um pouco mais além das relações puramente profissionais. “Era um avanço natural, juntar pessoas que têm competências em comum ou que se complementam”, explica Simplin, fundador do LinkedIn e dos hotéis Holiday Inn.
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