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Kiss the Ground: Agricultura regenerativa

Kiss the Ground, ou Beija o Solo, em tradução livre, é um documentário que tem mesmo de se ver e tirar notas. Há um risco, ao ver este documentário, por isso quero já deixar o alerta. Depois de o ver, pode bem tornar-se agricultor.

Mas agricultor do bem e é aqui que entramos no tema. Kiss the Ground, agricultura regenerativa é um pouco sobre tudo, sobre alterações climáticas, sobre ambientalismo, sobre o respeito pela natureza e pelos animais, e ainda sobre saúde.

A grande diferença deste documentário para muitos outros é que dá esperança, não se limitando a vaticinar apenas o apocalipse, lançando sobre toda a Humanidade o peso da culpa.

Se a Terra tem os dias contados, tal facto não se deverá a quem me está a ler. Porém, está também nas suas mãos inverter um caminho desastroso. Cada um, em sua casa, na sua cozinha, pode começar a dar a volta, sem se tornar louco varrido, chato e até mesmo aborrecido.

Aliás, pode até ser muito divertido salvar o planeta. E bonito. E saboroso. O segredo estará no carbono, que está em toda a parte e não apenas na água com gás.

É no campo que as grandes mudanças têm de ser feitas, mas é na cabeça que esse processo de inicia, quando percebemos o que está em causa e como tudo isto funciona.

“Mas eu não sou agricultor, eu nunca cultivei nada a não ser os músculos”, pode muita gente interrogar-se, durante o documentário. É verdade, mas podemos recusar tudo aquilo que é produzido sem respeito pela natureza, ou melhor, pelo solo.

Kiss the Ground: Agricultura regenerativa está disponível na Netflix, mas também através de outros meios, disponíveis na página oficial: Kiss the Ground. A equipa tem o objectivo de chegar às 10 milhões de visualizações. Já estão perto, oxalá ultrapassem largamente, porque é fundamental ver isto.

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