A Grécia praticamente suplicou a António Costa que lhe emprestasse Mário Dezeno por uns dias, só para ter umas ideias para as finanças gregas, mas o primeiro-ministro português disse que só emprestava o ministro da Economia e olhe lá.
Perante esta recusa, e sem ideias, a Grécia viu-se obrigada a aprovar medidas de austeridade, com as quais espera convencer a Europa a aliviar-lhe a dívida.
“Eu compreendo a aflição deles, mas não posso dispensar o Dezeno agora, porque o simulador deu o berro e portanto ele está a simular à mão o reembolso do IRS de cada português”, lamentou o chefe do Governo português, para pessoas próximas.


