Terça-feira, Dezembro 6, 2022
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Florista com cravos por despachar pode ter inventado revolução: 25 de Abril não foi um golpe militar, mas sim de marketing

É uma investigação do Imprensa Falsa. Apesar da história que tem sido contada, o 25 de Abril pode não ser um golpe militar, mas sim um golpe de marketing. Simplícia, florista, encomendou cravos a mais e não estava a conseguir despachá-los. Hoje é multimilionária, tendo entrado na corrida com Elon Musk para adquirir o Twitter.

“Foi ela, eu vejo aí todos os anos tudo a falar nos capitães de Abril e nem uma palavra para a florista, mas foi ela que fez a revolução”, admite o proprietário de uma drogaria perto da florista, “bem sei que a intenção dela era despachar os cravos e não tanto a liberdade, mas foi ela que fez a revolução”.

A ideia terá partido, aliás, deste indivíduo, que terá inventado a implantação da República para vender bandeiras de Portugal. “Eu mandei fazer bandeiras e vieram todas trocadas, eu pedi brancas e azuis e eles mandaram encarnadas e verdes, de maneiras que eu tinha de substituir as bandeiras do país”, admite.

Certo é que, para muitos historiadores, a revolução dos cravos deve passar agora a ser conhecida pela revolução da florista. “Porque ela é que se passou e levou a cabo um golpe, não foram os cravos, que nem opinião tiveram”, explica o Dr. Simplício, autor da História de Portugal Melhorada.

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