Os portugueses já explicaram as notícias recentes que apontam para um número elevado de infracções nas rotundas. Segundo este povo, o problema é que muitos entram em pânico quando pensam no dinheiro que alguém deve ter metido ao bolso com a construção desses simpáticos distribuidores de trânsito que são as rotundas.
“Saio nesta ou na próxima piscina, perdão, saída!?”, interrogava-se há pouco Simplício, que se encontrava na faixa de dentro mas ia sair na próxima.
“Entrei em pânico quando pensei na piscina que o senhor da câmara recebeu por ter feito esta rotunda inútil”, explico Simplício, já com o automóvel capotado depois de levar uma trancada de outro automobilista que ia na faixa de fora sem estar para sair.
“Também entrei em pânico”, justifica o outro automobilista.


