Sucedem-se as notícias sobre a perfeição do novo secretário-geral da ONU, mas ainda ninguém referiu que António Guterres nunca matou uma mosca.
É verdade que matou uma, em 1998, mas foi sem querer, estava a bater palmas. Mesmo tratando-se de um insecto, Guterres terá despido o casaco e levado a cabo manobras de reanimação do bicho, que viria a sucumbir à palmada a caminho do hospital.
O agora secretário-geral da ONU nunca mais esqueceu aquele episódio e agora, sempre que bate palmas, vê se não há nada a voar por perto.


