Os chalupas que negam a existência do Pai Natal admitem, a poucas horas do evento, dificuldade em explicar de onde vêm os presentes.
“Alguns fui eu que comprei, mas os outros, efectivamente…”, afirma Simplício, “mas podem ser mil coisas e sempre apareceram coisas em casa que não consigo explicar… as baratas, por exemplo.”
Entretanto, o Imprensa Falsa sabe que muitos negacionistas do velho das barbas acabam por limpar a chaminé nesta altura, mas garantem que é coincidência. Isto para não falar no líder de um movimento anti-Pai Natal que deixa, todos os anos, uma bolacha e um copo de leite na sala.


