A vida está a ser finalmente mais difícil para quem faz pouco dos extraordinários governantes que temos. Nos Estados Unidos, já são dois os apresentadores de medíocres programas de maledicência que ficam sem emprego.
“Humor? Mas qual humor? Eram campanhas autênticas contra políticos de enorme gabarito, justos e solidários, que se disponibilizaram para oferecer à sociedade todo o seu conhecimento, humanismo e competências várias”, explica o director do Imprensa Falsa.
“Humor é outra coisa, é por exemplo… sabe qual é cúmulo da estupidez? Dois carecas à bulha por causa de um pente… isto sim, é humor e diversão”, acrescenta, “o que muitas pessoas fazem são puras campanhas contra servidores públicos que merecem o nosso maior respeito”.
Este tipo de censura ainda não chegou a Portugal, mas o director do IF aproveita para elogiar, desde já, os detentores de cargos públicos em Portugal. “Somos um povo com muita sorte”, conclui.


