“Acho bem, porque em reclusão os nomes atrapalham, há vários Zés, por exemplo”, explicou, esta manhã, o 78. Desde que declarado o Estado de Emergência, os portugueses começaram a tratar-se uns aos outros por números.
Os números foram sorteados, menos o do cidadão José Sócrates, que quis manter o 44. “Bom, eu penso que devo manter o meu número, tal e qual um grande craque gosta de manter o número da sua camisola”, afirmou o 44.
“1253? Podes trazer-me umas bolachas?”, acaba de gritar a 632.


