[the_ad id=”10494″] “Se não tínhamos ido melhor de comboio”, “Mas para quê esta velocidade?”, “Estava agora a lembrar-me, filha, de um namorado que tiveste que era muito responsável, ai que jóia de rapaz, muito consciente, muito calmo, tenho muita pena que o tenhas deixado fugir”, “Olha, espera lá que vamos levantar voo”, “Parece o Fangio, que até tenho de me agarrar ao tejadilho, olha para isto, nem sei se temos as 4 rodas no chão”, são estes alguns dos comentários que vai fazendo uma sogra, no banco traseiro do automóvel do genro. “Não sei como, mas chegámos”, conclui a senhora, no fim da viagem.
A União Europeia está a estudar a hipótese de introduzir limitadores de velocidade nos automóveis e uma das hipóteses é esse limitador ser uma sogra. “É mais fiável do que a tecnologia, pois em vez de fazer apenas um apito, chega mesmo a dar com a carteira na nuca do condutor, por outro lado não é preciso fazer uma intervenção na oficina e sempre se leva as pessoas a passear”, explica o comissário Simplício, autor da ideia.
Segundo a proposta que está em cima da mesa, se um condutor for apanhado sem uma sogra no carro, são ambos apreendidos, o carro e o condutor. A medida estende-se aos veículos autónomos, que poderão não ter condutor mas terão de ter uma sogra a controlar a velocidade.
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