[the_ad id=”10494″] Numa altura em que já chegaram milhares de CEO’s a Portugal, os taxistas têm estado numa azáfama a levá-los até ao certame. “Fizeram muito bem em escolher o Algarve, senhor coiso, hã, muito bem mesmo, vê-se logo que vocês têm olho para a coisa”, afirmava há pouco Simplício, para o seu passageiro.
“Ora aqui estamos, Parque das Nações, perdão, Olhos de Água, são então duzentos e cinquenta euros… two, two hundread… yes, duas verdes ou três, isso, obrigados, não tem mais pequeno, não?”, desenrola-se a conversa, “então dê-me cá os trezentos e eu dou-lhe a lavandaria da minha esposa, porque eu sei que vocês gostam é de empreender e aquele buraco, perdão, aquele negócio tem muito para se inovar”.
Recorde-se que já são poucos os empreendedores que andam de táxi, optando a maioria por plataformas digitais como a Uber, mas o empreendedor vintage ainda gosta de chamar o velho táxi.


