Negacionistas dizem que Facebook, Instagram e WhatsApp nunca estiveram em baixo e que os utilizadores é que “caíram”

Os negacionistas acabam de garantir que o Facebook, Instagram e WhatsApp nunca estiveram em baixo, exibindo a troca de mensagens e a publicação de vários posts durante as horas em que supostamente os serviços estavam em baixo.

“Olhe aqui, olhe, enviei uma prova para um colega negacionista de que ontem não era segunda-feira”, demonstra Simplício, “agora veja a hora e a data, segunda-feira, 17:49… então, estava ou não a funcionar? Só não era segunda-feira, mas isso é outra discussão mais complexa e que vocês, como são da imprensa, provavelmente não vão publicar…”.

Certo é que o amigo respondeu às 17:51 desta segunda-feira, dizendo “olha, pois não é segunda-feira, não, esta semana começou a uma quarta”.

Para os negacionistas, mais uma vez, as pessoas foram atrás do que se dizia. “Começaram a dizer que as redes sociais estavam em baixo e pronto, caíram todos”, continua Simplício, “os utilizadores é que caíram, não foram as redes”.

Desta vez, porém, os negacionistas não se queixam da ingenuidade das pessoas: “Não, melhor assim, estivemos ali umas horas só nós, na conversa, as redes estavam até bastante mais rápidas porque havia menos gente, foi bom para trocar aqueles gráficos mais pesados.”

Sem Instagram, influencers tiveram de ir porta a porta

“Sim, boa tarde, tem dois minutinhos?”, foi desta forma que Simplícia, mais conhecida por Stylícia, começou a tocar às portas, esta segunda-feira, depois de uma falha que deixou em baixo o Instagram durante horas.

Sem conseguir postar, as marcas começaram a ligar, dizendo-lhe que tinha de se fazer à estrada. “Se não dá pela internet, temos de voltar ao antigamente, temos muita pena, eu tenho de vender o creme”, reclamava um cliente.

“Está lá? Stylícia, olha, tens mesmo de ir… eu sei, já disse ao cliente que pode ser temporário, mas ele insiste”, explicava a agente da blogger, “pá, faz em stories porque assim só tens de pedir 15 segundos às pessoas…”.

“Boa tarde, sou a Stylícia, porventura sabe que creme hidratante uso?”, arrancou então esta popular influenciar.

Também Simplício, mais conhecido por O Torresmo Mais Salgado, um indivíduo que há duas semanas pesava meia tonelada e agora veste roupa de criança, teve de se pôr ao caminho. “Olá, posso mostrar-lhe os meus abdominais? Se eu consegui, tu também consegues. Só precisas de foco e deste balde de proteína que se puseres o meu código rende mais dois batidos”, ia tocando às portas.

Facebook, Instagram e WhatsApp em baixo: Zuckerberg pede ajuda ao vice-almirante Gouveia e Melo

O vice-almirante Gouveia e Melo foi esta segunda-feira contactado por Mark Zuckerberg, fundador do Facebook. Em causa um problema técnico que deixou em baixo o próprio Facebook, o Instagram e ainda o WhatsApp.

Desesperado, Zuckerberg teve mesmo de contactar o herói da Marinha Portuguesa, que foi logo buscar o camuflado. “Teve sorte por eu estar sem missão nenhuma no momento”, explicou.

Nesta altura, a task force do Facebook já está constituída e se não for possível recuperar tecnicamente os serviços, Gouveia e Melo pondera fazer uma distribuição física dos posts por esse mundo fora.

“Um post que tenha o alcance de 100 mil pessoas, por exemplo, penso que conseguimos fazê-lo chegar a todas”, admite o vice-almirante, que para já vai tentar resolver o problema no servidor.

Com Facebook em baixo, utilizador contrata avião para poder partilhar reflexão

Facebook, Instagram e WhatsApp estiveram em baixo muitas horas, tantas que um utilizador não aguentou a ansiedade e viu-se obrigado a contratar um avião para poder partilhar uma reflexão.

A frase circulou desde as 18 horas por várias cidades do país, com o utilizador a admitir levá-la pelo mundo inteiro, como aconteceria com o Facebook.

Em terra, as pessoas fizeram “like” com o polegar, mas lamentaram não conseguir partilhar.

“Mete público, mete público, para podermos partilhar”, gritava Simplício, no solo. No entanto, a dificuldade, desta vez, não era essa.

Pandora Papers: Depois do vulcão em La Palma, montanha volta a parir um rato em Portugal

É um período de fenómenos complexos, já não há qualquer tipo de dúvida. Depois do vulcão em La Palma, o mundo assiste agora a uma montanha que volta a parir um rato em Portugal.

Pouco passava das duas da manhã quando a montanha entrou em trabalho de parto, coincidido com o momento em que eram revelados os Pandora Papers, uma investigação do consórcio de jornalistas em que participa o Imprensa Falsa.

“Fu fu fu… aiiii, fu fu”, arfava a formação rochosa, já com 4 dedos de dilatação. “Vamos! Vamos”, apoiavam os geólogos presentes. Quatro horas depois, saía um ratinho amoroso. O seu pai, um planalto contíguo, era um terreno babado.

Recorde-se que é a segunda vez que esta montanha dá à luz um rato, o primeiro nasceu quando foi dos Panama Papers.

Globos de Ouro: Artistas reencontram-se todos hoje para devolver a roupa

Depois da gala dos Globos de Ouro, ontem à noite, os artistas reencontram-se todos esta segunda-feira para devolver a roupa e os acessórios.

“Ai eu acho mais bonito este espectáculo do que o da própria gala, porque é vê-los a passar todos arranjados e a saírem com roupa confortável”, explica Simplícia, que foi ver o desfile do dia seguinte, que já é uma tradição nos Globos de Ouro.

No entanto, a edição deste ano ficou marcada por uma situação ainda mais insólita. Um artista acabou mesmo em pelota, durante a gala, depois de chegar ao fim o aluguer do seu smoking.

“Mas, mas… eu vou lá amanhã de manhã, eu pago mais um dia”, ainda tentou, mas não teve sorte.

Prémio Nobel da Medicina atribuído ao Google

Foi anunciado há instantes na Comporta, o vencedor do Premio Nobel da Medicina deste ano é o Google. O popular motor de busca recebe assim a distinção máxima numa área em que tem feito tanto.

“Faz investigação e trata milhões de pessoas em todo o mundo, todos os dias, sem horas, não é preciso marcar consulta”, justifica o comité do Nobel no Instituto Karolinska, que era em Estocolmo, na Suécia, mas mudou-se para a Comporta no último ano.

O comité lembra ainda que o Google é detentor do maior arquivo do mundo, não apenas na área da medicina tradicional, mas também das alternativas e até da nova Chalupalogia.

Entretanto, o Imprensa Falsa tentou obter uma reacção por parte do Google, mas a pesquisa não devolveu resultados.

Greve de professores esta segunda para demonstrar que as greves não são sempre à sexta

Regista-se esta segunda-feira uma greve de professores, a primeira que não faz reivindicações laborais, pretende apenas provar que as greves não são sempre à sexta, como se diz.

“Estamos em luta esta segunda-feira para provar que não é sempre à sexta”, explica Simplício, do sindicato, “custa muito ouvir algumas injustiças”.

Questionado sobre o facto de esta segunda ser véspera de feriado, Simplício continuou com as palavras de ordem. “Professores unidos jamais serão vencidos”, ignorou.

Portugueses revoltados com João Rendeiro por não os ter levado

Os portugueses manifestaram-se nos últimos dias muito revoltados com a fuga de João Rendeiro do país. Muitos encontram-se inclusivamente danados com a história.

No entanto, segundo o Imprensa Falsa pôde apurar, a revolta dos portugueses não é tanto com a fuga do ex-banqueiro à Justiça, é sobretudo por não os ter levado. “Custava assim tanto, ainda por cima ele ainda tem posses pelos vistos!?”, reclama Simplício.

“Há muita falta de solidariedade em Portugal, muita falta de solidariedade, quando alguém tem hipótese de se pirar, raramente leva alguém e quando leva é quase de certeza da família, que é outro problema da nossa sociedade”, acrescenta Simplício, visivelmente incomodado.

Recorde-se que uma das hipóteses, sobre a localização de Rendeiro, é o Belize, que deixou os seus compatriotas ainda mais arreliados, isto depois de ficarem a saber o que é o Belize.

“Tem água transparente, nem acredito… palavra de honra”, lamentam.

“Queremos fazer daqui um apelo”, vão apelar os portugueses, “a todos aqueles que tencionam evadir-se do nosso país… lembrem-se de nós, era só isto”.

Sem sair há muito tempo, muitos foram pedir ao DJ para baixar o som por causa dos vizinhos e perguntaram-lhe se podia pôr séries em vez de música

Com a chegada da libertação, reabriram os bares e discotecas enquanto bares e discotecas e já não como croissanterias ou ofensas maiores. 

Acontece que os portugueses estiveram demasiado tempo em casa e portanto as coisas não correram como seria suposto. Muitos, por exemplo, apresentaram-se de pijama e roupão, com a tigela de cereais na mão. 

O que chamaria mais a atenção dos empresários da noite, ainda assim, foi a quantidade de pessoas que se deslocou até ao DJ, não para pedir uma música, como era costume, mas para pedir para baixar a música por causa dos vizinhos. 

“Está fixe, está muito bom, estou a curtir larguíssimo, mas acho que devíamos baixar um bocadinho o som porque a velha não tarda está aí a bater”, gritava Simplício para o DJ SIMP. Dona Simplícia, identificada por Simplício como “a velha”, reside no andar de cima deste indivíduo, encontrando-se por isso a vários quilómetros da discoteca B’lize. “Registámos também”, acrescenta Rendeiro, proprietário da discoteca, “vários pedidos para se pôr uma série em vez de música”. 

“Meu, podes passar La Casa de Papel? Hã!? Não oiço! Sim, La Casa de Papel! A série! Vá lá!”, gritava outra cliente do estabelecimento.